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sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Simplicidade e Permanência

Ricardo Barbosa de Sousa

De vez em quando gosto de reler “Cartas de um Diabo a seu Aprendiz”, de C. S. Lewis. Sua habilidade em perscrutar os labirintos da tentação me impressionam. Ele nos ajuda a reconhecer nossa enorme ingenuidade e a profunda sagacidade do inimigo.

Em uma dessas cartas, o Diabo reconhece que o verdadeiro problema dos cristãos é que eles são “simplesmente” cristãos. O laço que os une é a vida comum que eles têm em Cristo. Ele então aconselha seu sobrinho: “O que nós desejamos, se não houver mesmo jeito e os homens tiverem de tornar-se cristãos, é mantê-los num estado de espírito que eu chamo de cristianismo e alguma outra coisa [...]. Substitua a fé em si por alguma moda com colorido cristão. Faça com que tenham horror à Mesma Coisa de Sempre”.

A “mesma coisa de sempre” nos deixa entediados. Ser “simplesmente” cristão, para muitos, não é suficiente. Precisamos de coisas novas. Sempre. Modelos novos de igreja, um jeito diferente de cantar, formas inovadoras de culto, estratégias sofisticadas de crescimento, e por aí vai. Somos movidos pelas novidades, não pela profundidade. Nosso interesse está na variedade, não na densidade.

A formação espiritual cristã sempre requereu, basicamente, obediência a Cristo no seu chamado a proclamar o evangelho, fazer discípulos, integrá-los numa comunidade trinitária e ensiná-los a guardar a sua palavra. Ensiná-los a se comprometerem com o serviço como expressão de amor para com o próximo e com o cultivo e a prática de disciplinas espirituais como oração, jejum, arrependimento, confissão, leitura e meditação nas Escrituras e contemplação.

Não importa o quanto nossas igrejas e ministérios sejam sofisticados. Não importa o volume de novidades e tecnologias que oferecemos. Se no final não encontrarmos as mesmas coisas de sempre, significa que nos perdemos com o meio e não alcançamos o fim.

• Ricardo Barbosa de Sousa é pastor da Igreja Presbiteriana do Planalto e coordenador do Centro Cristão de Estudos, em Brasília. É autor de “Janelas para a Vida” e “O Caminho do Coração”.

Fonte: http://praxiscrista.blogspot.com/

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Que tipo de pessoa estou me tornando?

Somos capazes de nos orgulhar de coisas em nós que são essencialmente vergonhosas.
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No penúltimo jogo da sua carreira, prestes a abandonar as quadras, André Agassi descreveu uma interessante jornada por suas memórias. Mentalmente, viu dentro de si a criança que um dia foi, rebatendo bolinhas como louco, para alimentar um sonho que não era seu. Lembrou-se dos altos e baixos, das dores e alegrias, de tudo quanto fizera até chegar àquela condição – um homem rico, famoso e consagrado. A criança do passado fora substituída por um superastro, mas ele não pôde deixar de fazer a si mesmo um inquietante questionamento: será que a pessoa que havia se tornado era alguém de quem o menino que ainda trazia consigo teria orgulho? Por outras palavras: ele realmente poderia se orgulhar da pessoa que havia se tornado?
Experiências boas e ruins vão compondo nossa jornada. Elas podem nos transformar em um indivíduo a ser detestado por nós mesmos ou pelos outros ou em alguém que nada mais é que uma versão madura e bonita da criança que um dia fomos. Acontece que podemos nos tornar uma pessoa deformada e detestável e, ainda assim, gostarmos desta versão de nós mesmos. Somos capazes de nos orgulhar de coisas em nós que são essencialmente vergonhosas. Por isso mesmo, uma segunda reflexão, ainda mais desafiadora, nos é colocada. Será que estamos nos transformando na pessoa que Deus deseja que sejamos?
Em sua infinita sabedoria, Deus encontrou uma maneira emblemática de nos ensinar isso. Um dia, no passado, ele mandou um de seus profetas entre o povo de Israel, Jeremias, visitar o atelier de um ceramista. Lá chegando, ele viu as hábeis mãos do oleiro transformar lama e barro em lindos vasos. Aquela matéria prima disforme e de aspecto desagradável, nada mais que terra misturada à água, virava verdadeiras obras de arte. Deus queria que o profeta e todos nós víssemos que esta era a história dele conosco. Sim, não importa que sejamos apenas lama, mas sim, aquilo em que podemos nos tornar – vasos de barro, feitos para a glória do Senhor.
A pergunta crucial, que cada um de nós deve responder a si mesmo, é: Que tipo de pessoa estou me tornando?
Autor: Eduardo Rosa
Cristianismo Hoje
Texto completo em http://www.adiberj.org/

domingo, 2 de janeiro de 2011

Ano Novo


Rompe a aurora, vai-se embora mais um ano de labor; não temamos, prossigamos a lutar com mais ardor.
Cada dia Cristo, o Guia, nos renove o coração; temos gozo, bom repouso, confiando em sua mão...
Vem do arcano mais um ano que anuncia seu favor!
Chegamos ao final de mais um ano de muita luta, trabalho e dedicação a obra do SENHOR. A igreja caminhou firme durante todo ano que passou e sob a orientação do Espírito Santo conseguiu prevalecer sobre as dificuldades que se apresentaram durante a caminhada.
Sofremos com a saída de alguns irmãos, com a distância de outros e com arestas que tiveram que ser aparadas, mas como dizem, "é a dor do crescimento". Mas muito mais que dores tivemos grandes alegrias. Deus supriu de maneira maravilhosa todas as nossas necessidades e novos membros chegaram à Betel, muitas conversões, casamentos, transferências para nossa igreja e ao final do ano três novos batismos coroaram a passagem do ano; e já nos primeiros minutos de 2011 celebramos a ceia, reafirmando a certeza do retorno de Cristo Jesus.
Assim celebramos a passagem de ano em Betel Village II.
Obrigado Senhor. Seja feita a tua vontade.

quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Natal em família

Dia 24 de dezembro comemoramos em Betel o nascimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Reunidos em Betel Village II na presença do nosso Deus oramos, fizemos a leitura da Bíblia e apresentamos a Deus e aos irmãos que puderam estar conosco a nossa cantata de natal. Valeu a pena tantos ensaios e o rigor do nosso irmão-maestro Elias. Como bem disse nossa irmã Cleise, creio que nosso louvor chegou ao Pai como uma oferta de aroma suave e alegrou seu coração.
Além da refeição espiritual, que ficou completa após a pregação do pastor Euclides sobre o verdadeiro sentido do natal e a necessidade de estarmos atentos as simbologias natalinas, também usufruímos da refeição material. Os irmãos colaboraram levando à igreja os mais diversos pratos e montamos uma farta e deliciosa ceia de natal. O nome do Senhor foi mais uma vez glorificado em sua casa e assim será por toda a eternidade.

terça-feira, 21 de dezembro de 2010

Livro traz visão de 50 cientistas sobre criação bíblica

Já foi lançado e está disponível para venda (www.scb.org.br) uma importante obra sobre o ponto de vista criacionista bíblico. O livro Em Seis Dias – Porque 50 cientistas decidiram aceitar a criação foi organizado pelo australiano John Ashton e contém, como o próprio nome diz, depoimentos de 50 influentes cientistas de todo o planeta e sua avaliação sobre os motivos que o levaram a aceitar a criação tal como descrita no livro bíblico de Gênesis.
A tradução para o português deste, originalmente publicado na Austrália em inglês, foi realizada pela professora Ieda C. Tetzke e a revisão final procedida por uma equipe coordenada pela Sociedade Criacionista Brasileira, contando com a colaboração técnica dos professores Mestres e Doutores Eduardo Ferreira Lütz, Nahor Neves de Souza Júnior, Queila de Souza Garcia, Tarcísio da Silva Vieira, Urias Echterhoff Takatohi e Wellington dos Santos Silva.
O interessante do livro é que são apresentados argumentos científicos em várias áreas do conhecimento humano como biologia, engenharia, física, química, geologia e outras.
Todos os autores possuem doutorado obtido em universidades públicas de prestígio na Austrália, EUA, Reino Unido, Canadá, África do Sul ou Alemanha. São professores universitários e pesquisadores, geólogos, zoólogos, biólogos, botânicos, físicos, químicos, matemáticos, pesquisadores biomédicos e engenheiros.
Fonte: www.irmãos .com

domingo, 19 de dezembro de 2010

MEC irá distribuir KIT GAY nas escolas públicas do Brasil

Kit Gay para alunos conterá um DVD com uma história aonde um menino vai ao banheiro e quando entra um colega, se diz apaixonado pelo mesmo e assume sua homossexualidade.

Ele ainda nem foi lançado oficialmente. Mas um conjunto de material didático destinado a combater a homofobia nas escolas públicas promete longa polêmica. Um convênio firmado entre o Ministério da Educação (MEC), com recursos do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), e a ONG Comunicação em Sexualidade (Ecos) produziu kit de material educativo composto de vídeos, boletins e cartilhas com abordagem do universo de adolescentes homossexuais que será distribuída para 6 mil escolas da rede pública em todo o país do programa Mais Educação.
No vídeo intitulado Encontrando Bianca, um adolescente de aproximadamente 15 anos se apresenta como José Ricardo, nome dado pelo pai, que era fã de futebol. O garoto do filme, no entanto, aparece caracterizado como uma menina, como um exemplo de um travesti jovem. Em seu relato, o garoto conta que gosta de ser chamado de Bianca, pois é nome de sua atriz preferida e reclama que os professores insistem em chamá-lo de José Ricardo na hora da chamada.
O jovem travesti do filme aponta um dilema no momento de escolher o banheiro feminino em vez do masculino e simula flerte com um colega do sexo masculino ao dizer que superou o bullying causado pelo comportamento homofóbico na escola. Na versão feminina da peça audiovisual, o material educativo anti-homofobia mostra duas meninas namorando. O secretário de Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade do MEC, André Lázaro, afirma que o ministério teve dificuldades para decidir sobre manter ou tirar o beijo gay do filme.
O material produzido ainda não foi replicado pelo MEC. A licitação para produzir kit para as 6 mil escolas pode ocorrer ainda este ano, mas a previsão de as peças serem distribuídas em 2010 foi interrompida pelo calor do debate presidencial.

Fonte: www.adiberj.org/

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A fé que faz bem à saúde

A revista ÉPOCA de 12 de março de 2009, na página 72 traz um artigo interessante com o título A FÉ QUE FAZ BEM À SAÚDE – Novos estudos mostram que o cérebro é ‘programado’ para acreditar em Deus – e que isso nos ajuda a viver mais e melhor. Alguns trechos tirados desse artigo dizem que “A capacidade inata de procurar a explicação de um fenômeno é uma das diferenças entre o ser humano e outros animais...”. “Com sua intuição genial, Charles Darwin, criador da teoria da evolução há 150 anos, já havia registrado idéia semelhante no livro A descendência do homem, em 1871: ‘Uma crença em agentes espirituais onipresentes parece ser universal’. Somos predispostos biologicamente a ter crenças, entre elas a religiosa”, diz Jordam Grafman, chefe do departamento de neurociência cognitiva do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame.”

Se como diz o artigo em tela que novos estudos mostram que o nosso cérebro é programado para acreditar em Deus e que isso nos ajuda a viver melhor, por que há tantas pessoas que negam a existência de Deus?

Por causa do orgulho humano. “Pela altivez do seu rosto o ímpio não busca a Deus; todas as suas cogitações são que não há Deus. Os seus caminhos atormentam sempre; os teus juízos estão longe da vista dele, em grande altura, e despreza aos seus inimigos. Diz em seu coração: Não serei abalado, porque nunca me verei na adversidade. A sua boca está cheia de imprecações, de enganos e de astúcia; debaixo da sua língua há malícia e maldade.” (Sl 6.4-7). É a mesma razão – o seu orgulho – que levou o apóstolo Paulo a referir-se ao ateu como pessoa que propositadamente nega a existência de Deus mesmo diante de evidências incontestáveis: “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça. Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;” (Rm 1.18-20). Afirmamos que a primeira demonstração da existência de Deus é a universalidade desta crença entre as nações da terra. Desde épocas remotas têm-se encontrado provas da existência de Deus. Não há século tão antigo nem país tão longínquo nem povo tão bárbaro que não apresentem testemunhos de sua crença na existência de Deus.


Autor: Pr. Natanael Rinaldi

Leia o artigo completo: http://www.cacp.org.br/estudos