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quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A fé que faz bem à saúde

A revista ÉPOCA de 12 de março de 2009, na página 72 traz um artigo interessante com o título A FÉ QUE FAZ BEM À SAÚDE – Novos estudos mostram que o cérebro é ‘programado’ para acreditar em Deus – e que isso nos ajuda a viver mais e melhor. Alguns trechos tirados desse artigo dizem que “A capacidade inata de procurar a explicação de um fenômeno é uma das diferenças entre o ser humano e outros animais...”. “Com sua intuição genial, Charles Darwin, criador da teoria da evolução há 150 anos, já havia registrado idéia semelhante no livro A descendência do homem, em 1871: ‘Uma crença em agentes espirituais onipresentes parece ser universal’. Somos predispostos biologicamente a ter crenças, entre elas a religiosa”, diz Jordam Grafman, chefe do departamento de neurociência cognitiva do Instituto Nacional de Distúrbios Neurológicos e Derrame.”

Se como diz o artigo em tela que novos estudos mostram que o nosso cérebro é programado para acreditar em Deus e que isso nos ajuda a viver melhor, por que há tantas pessoas que negam a existência de Deus?

Por causa do orgulho humano. “Pela altivez do seu rosto o ímpio não busca a Deus; todas as suas cogitações são que não há Deus. Os seus caminhos atormentam sempre; os teus juízos estão longe da vista dele, em grande altura, e despreza aos seus inimigos. Diz em seu coração: Não serei abalado, porque nunca me verei na adversidade. A sua boca está cheia de imprecações, de enganos e de astúcia; debaixo da sua língua há malícia e maldade.” (Sl 6.4-7). É a mesma razão – o seu orgulho – que levou o apóstolo Paulo a referir-se ao ateu como pessoa que propositadamente nega a existência de Deus mesmo diante de evidências incontestáveis: “Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça. Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou. Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;” (Rm 1.18-20). Afirmamos que a primeira demonstração da existência de Deus é a universalidade desta crença entre as nações da terra. Desde épocas remotas têm-se encontrado provas da existência de Deus. Não há século tão antigo nem país tão longínquo nem povo tão bárbaro que não apresentem testemunhos de sua crença na existência de Deus.


Autor: Pr. Natanael Rinaldi

Leia o artigo completo: http://www.cacp.org.br/estudos



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